segunda-feira, 19 de março de 2018

RESENHA: Maigret hesita

Maigret hesita / Georges SimenonQuando preciso de uma leitura rápida e interessante, o Comissário Maigret costuma ser um dos meus melhores amigos porque sempre que recorro a ele para uma breve aventura, ele nunca me decepciona.   

A primavera começa a dar seus primeiros indícios e Maigret gosta da mudança sutil que ela traz para as ruas de Paris. Porém, na sede da Polícia Judiciária, o Comissário recebe uma estranha correspondência anônima que anuncia que um crime provavelmente acontecerá nos próximos dias. O autor da carta não avisa quem seria a vítima ou mesmo o assassino, tampouco onde, como e porque se dará o crime, mas Maigret sente que ele não está de brincadeira e isso lhe é suficiente para iniciar uma investigação.

Quando se trata de Simenon é preciso saber que “quem matou?” nunca é tão importante quanto os porquês. Em resumo, o crime em si nunca é tão importante quanto os personagens e seus dramas. O crime não é algo elaborado por uma mente perversa e sim uma consequência da vida.

“O senhor sabe melhor do que eu que a realidade nem sempre é verossímil. Um assassinato será cometido em breve, provavelmente dentro de alguns dias. Talvez por alguém que conheço, talvez por mim mesmo. Não lhe escrevo para impedir que o drama aconteça. Ele é, de certo modo, inevitável. Mas quero, quando isso acontecer, que o senhor saiba.” (SIMENON, 2012, p.13)

Em “Maigret hesita” isso não é diferente. Um caso que ainda não aconteceu, e que nem se sabe ao certo qual será, coloca o Comissário dentro da vida de uma família que, mesmo morando todos na mesma casa, parecem viver vidas completamente isoladas. O homem de aparência frágil, mas que lida com negócios sérios, a secretária que fala sem pudores sobre ter um caso com seu chefe, a esposa que parece pouco se importar com as atividades ou qualquer coisa que diga respeito ao marido, a filha que abomina o estilo fácil de vida da família, o filho adolescente que idolatra o pai e uma série de outros empregados transitam pelos corredores sem conhecer a fundo uns aos outros.

O livro gira em torno de desvendar esses personagens e suas relações, tentando antecipar quem estaria com a vida em risco. A questão é que, da maneira como a família se revela, pode ser qualquer um.

A prova de que o crime está em segundo plano é que é apenas nas últimas páginas que ele acontece e, a partir do momento em que sabemos quem é a vítima, é muito fácil deduzir o criminoso e suas motivações.

Uma leitura para ser feita em poucas horas, sem a ânsia de encontrar respostas, mas com a certeza de se estar diante uma trama coesa e com bons dramas. “Maigret hesita” é Maigret sendo Maigret.

Título: Maigret hesita
Autor: Georges Simenon
N° de páginas: 166
Editora: L&PM

Compre: Amazon - Submarino
Gostou da resenha? Então compre o livro pelo link acima. Assim você ajuda o Além da Contracapa com uma pequena comissão.

sexta-feira, 16 de março de 2018

A influência da expectativa na leitura

Dificilmente lemos um livro às cegas. Se embarcamos em uma história é porque algo em sua premissa nos cativou ou porque já tivemos experiências anteriores com seu autor e confiamos que ele nos entregará outra boa história ou ainda porque alguém nos recomendou a leitura. Qualquer uma dessas coisas gera expectativas e é óbvio que ninguém dedicará tempo a uma leitura que não acredita que será boa. Mas até que ponto é bom iniciar uma leitura esperando tanto?

Eu já havia percebido que, muitas vezes, a minha expectativa em relação a um livro havia ofuscado a própria história. “Novembro de 63”, por exemplo, considerado um dos melhores livros escritos recentemente por Stephen King (inclusive na opinião do próprio autor) foi morno para mim. Tudo porque eu havia entendido que a história era sobre as consequências de o protagonista tentar impedir o assassinato do presidente John Kennedy, quando na verdade a história era sobre os anos que antecederam o atentado, ou seja, a preparativa do protagonista para esse grande momento. Resultado: por centenas de páginas me senti enrolada porque o autor não chegava ao que importava e a história não começava nunca. Só que o problema não estava na história e sim na minha expectativa, já que a história que King tinha para contar era outra e estava, sim, sendo muito bem desenvolvida. Depois de perceber isso, continuei a leitura com outros olhos, mas parte da empolgação já havia se dissipado. Um ótimo livro pouco aproveitado devido a minha expectativa.

Outra prova de que expectativas nas alturas não fazem bem à leitura nenhuma foi o que constatei ao final de 2017 ao fazer a minha lista de melhores do ano. Pela primeira vez em seis anos de blog, o livro que eu elegi como a minha maior expectativa realmente ficou no posto de melhor leitura. Os outros, raramente entraram no pódio no ano seguinte, embora sejam (em sua maioria) ótimas leituras.  

Quando você espera demais, por mais que o livro entregue, não será suficiente. Se você já pensa de antemão que será arrebatado, o quanto ele não terá que fazer para realmente conseguir arrebatar você? Se você já espera se emocionar, o quanto ele não deverá investir nisso para realmente conseguir esse efeito? Foi assim que eu desvendei aquele que é considerado um dos livros mais surpreendentes de Agatha Christie: “O Assassinato de Roger Ackroyd”. A trama é tão bem construída como qualquer outra da Dama do Crime e conta com aqueles truques só ela era capaz de fazer para enganar seu leitor. Eu, que sabia da reputação do livro, li toda história pensando: “Mas o que seria tão surpreendente? Qual seria a coisa mais inesperada? Só se o assassino for....”. Pronto! Charada matada graças à minha expectativa (e ainda assim dei um pulo da cama quando a autora revelou que as minhas suspeitas estavam certas).

Quando li “Morte Súbita”, um dos livros mais controversos que já vi pela blogosfera, tive a sorte de ter sido alertada por uma resenha: “o livro não é sobre a morte e sim sobre a vida de cada um desses muitos personagens”. Resultado: li apreciando a complexidade de cada um e não frustrada pela lentidão com que a história avançava, afinal a intenção nem era que se desenvolvesse rapidamente, já que não se tratava de uma investigação de assassinato e sim do cotidiano de uma cidadezinha. Leitura salva por expectativas ajustadas.

Alguns livros são bons. Alguns livros são ótimos. Às vezes, o que coloca um em uma categoria ou em outra é o que você espera dele. Um ótimo livro pode ser uma decepção se você estiver esperando um livro genial. Um livro bom pode ser um excelente entretenimento se você não esperar muito dele e se deixar levar. É por isso que leio sinopses e trato de esquecê-las o mais rápido possível e, em alguns casos, nem leio, apenas me jogo no livro porque sei que gosto do seu autor. Porque é aquela velha história: nada como avaliar o livro pelo livro, e apenas pelo livro, em si.


terça-feira, 13 de março de 2018

RESENHA: A Quinta Testemunha

A Quinta Testemunha Michael Haller
Já considerei Michael Connelly um dos melhores autores policiais da atualidade, principalmente depois da leitura de livros como O Poeta e O Poder e a Lei. Porém, de uns tempos para cá, seus livros têm sido decepcionantes ou até mesmo ruins, como foi o caso de A Queda. Assim, determinado a dar uma última chance ao autor, decide ler A Quinta Testemunha, o quarto livro da série com Mickey Haller. 

Com a crise mobiliaria que assola o país, Haller teve que tomar uma medida drástica: abandonar a advocacia criminal e tentar aproveitar a enxurrada de processos de despejo. Quando uma cliente entra em contato, ele sequer imagina que Lisa está sendo acusada de ter matado um funcionário do alto escalão do banco, o qual está cobrando a hipoteca de sua casa. 

Como sempre, a narrativa de Connelly é bastante fluida e instigante, sendo que em poucas páginas já estamos envolvidos com a estória. O autor também soube estruturar bem a trama, adicionando novos elementos e plot twists na medida certa, de modo a manter o interesse do leitor. 

Outro fator que me impressionou é a facilidade que o autor tem em pensar como um verdadeiro advogado criminalista, o que torna a estória extremamente verossímil. O protagonista criado por Connelly é baseado na vida real, e não nos clichês de filmes e séries jurídicas.

“— Não, quem não está entendendo é você. Se você é inocente ou não, não tem nada a ver com o que está em jogo aqui. O importante é o que podemos provar ou contestar no tribunal.” (CONNELLY, 2013, p. 53)

O caso em si é muito interessante e rende diversas reflexões. Por um lado, uma mulher abandonada pelo marido, com um filho para cuidar e que não consegue pagar a hipoteca da casa. Por outro, uma grande corporação que está executando todos os seus devedores. Mais do que falar em certo ou errado, o autor embarca na nebulosa área da moral, mas de forma sútil e sem a pretensão de dar lições de vida. 

Entretanto, creio que o autor estendeu demais a estória. Sinceramente, não me pareceu que as mais de quatrocentas páginas fossem realmente necessárias para o desenvolvimento do livro. Está impressão ficou ainda mais nítida na reta final do livro, quando o julgamento de Liza parecia não acabar e nada de novo acontecia. 

O desfecho foi bom, sendo que todas as pontas da trama foram devidamente amarradas. Entretanto, saliento que o final não foi exatamente uma surpresa. Além disso, outro detalhe da estória revelado no final me pareceu um pouco forçado. 

Encerro admitindo que entre minhas últimas experiências com os livros do autor, A Quinta Testemunha foi a melhor. Porém, ainda não alcançou o mesmo nível dos livros que citei no início desta resenha. 

Título: A Quinta Testemunha
Autor: Michael Connelly
N.º de páginas: 419
Editora: Suma

sexta-feira, 9 de março de 2018

RESENHA: O Resto é Silêncio

O resto é silêncio - Erico Veríssimo
Acredito que qualquer um que leia “O Tempo e o Vento” confiará de olhos fechados na habilidade de Erico Verissimo de criar personagens apaixonantes, já que muitos dos Terra-Cambará ficarão guardados no coração dos leitores eternamente. Mas, aparentemente, ninguém é infalível. Nem mesmo Verissimo.

Uma moça se atira de um prédio no centro de Porto Alegre e é testemunhada, de maneiras diferentes, por sete pessoas que nada tem a ver umas com as outras. A partir disso, vemos como esse episódio afeta a vida dos que, mesmo indiretamente, entraram em contato com essa tragédia.

A ideia do livro surgiu de uma vivencia do próprio Erico Verissimo que testemunhou o suicídio de uma moça nas mesmas condições que o de Joana Kerewska, personagem que dá início a “O Resto é Silêncio”. Perturbado e levando consigo uma vaga sensação de responsabilidade, como revela no prefácio, o autor usou do episódio para dar início a uma trama muito promissora, cuja a intenção não é abordar a história do suicídio ou os motivos que levaram a moça a se matar, mas sim o impacto disso na vida dos que testemunharam essa morte. Joana nem mesmo é uma personagem. Quem dá vida a “O Resto é Silêncio” são os outros.

Achei a premissa genial, mas me decepcionei com o que encontrei. O próprio Erico, crítico severo de sua própria obra, reconhece (também no prefácio) que falta calor a “O Resto é Silêncio” para que este seja de fato um bom livro. Concordo. Temos bons personagens (verossímeis, cheios de defeitos e angústias), mas lhes falta carisma. Isso é um grande problema porque o livro gira em torno exclusivamente das reflexões deles a partir do suicídio de Joana. Eles passam a pensar sobre a vida, sobre o passado, sobre erros cometidos, anseios, carreira, família, entre tantas outras coisas, mas não há uma trama para o livro ou mesmo uma história para esses personagens viverem. Não vejo nisso um problema se os personagens em questão fossem interessantes a ponto de se sustentar com base apenas nisso e não é o caso, afinal, se eles não nos cativam, que interesse temos em suas angústias? 

“Lançou um olhar para o meio da rua. Foi ali que caiu a moça...Sacudiu a cabeça. Uma desgraçada a menos. Mas o mundo não ia acabar, nem melhorar, nem piorar por causa daquilo. Mais gente morreu em Canudos. Mais gente estava morrendo na Europa, naquele mesmo instante.” (VERISSIMO, 2008, p. 157) 

Outro problema é que Verissimo não tem uma das narrativas mais objetivas que já conheci. Isso não atrapalha uma trama como a de “O Tempo e o Vento” em que cada detalhe nos encanta porque ajuda a desenhar um cenário, uma situação ou conhecer um pouco mais de um personagem cheio de vida. Mas em “O Resto é Silêncio” incomoda porque o autor não está nos levando a lugar algum. O engraçado é que, mesmo que nos sejam dados tantos detalhes, ainda parece que conhecemos esses personagens apenas à distância. Sabemos o que pensam, o que sentem, mas não sentimos que estamos com eles em nada.

Algo que gostei foi do caráter cíclico que o autor deu à história. Se todos os personagens se uniram, de certa forma, por um mesmo acontecimento e isso que testemunharam os fez pensar sobre suas vidas, as cenas finais também os colocam em uma mesma situação (um concerto) e o que testemunham no palco do teatro os faz chegarem a conclusões sobre as coisas que vinham pensando nos últimos dias (a história toda se passam em um final de semana). A mesma coisa os leva a refletir e a mesma os leva a concluir.

Dizer que “O Resto é Silêncio” não é o melhor do seu autor seria declarar o óbvio, mesmo se eu não tivesse lido o livro. Alguns autores tem uma obra a qual nada que escrevam, antes ou depois, pode se comparar. É o caso de J.K. Rowling e seu “Harry Potter”. É o caso de Erico Verissimo e seu “O Tempo e o Vento”. O que “O Resto é Silêncio” faz é demostrar o estilo do seu autor e sua habilidade de contar milhares de histórias concomitantemente. Mas lhe falta intensidade e por isso torna-se enfadonho na maior parte da leitura.

Título: O Resto é Silêncio
Autor: Erico Verissimo
N° de páginas: 392
Editora: Companhia das Letras
Exemplar cedido pela editora 

Compre: Amazon - Submarino
Gostou da resenha? Então compre o livro pelo link acima. Assim você ajuda o Além da Contracapa com uma pequena comissão.

quarta-feira, 7 de março de 2018

RESENHA: Me Chame Pelo Seu Nome

Me Chame Pelo Seu Nome André Aciman
Quem acompanha o blog sabe que Me Chame Pelo Seu Nome era uma das minhas maiores expectativas literárias para este ano, não apenas pelas críticas que o filme estava colecionando, mas também em virtude da sinopse promissora. 

Todos os anos, a família de Elio recebe um acadêmico por seis semanas em sua mansão na Riviera Italiana e o convidado da vez é Olver, um americano com 24 anos. Elio, um adolescente de 17 anos, logo se sente atraído pelo visitante, mas não sabe como agir. Aos poucos, surge uma conexão entre os dois, que os atrai na mesma medida em que assusta. 

O livro é narrado em primeira pessoa por Elio, de modo que o leitor emerge em todo os seus pensamentos e sentimentos. Vemos de perto as angústias que Elio vive: por um lado o desejo e o interesse quase obsessivo por Oliver, por outro a negação e até mesmo aversão a si mesmo. 

Um dos aspectos mais interessantes do texto de Aciman é como temos a impressão de que, pelo olhar de Elio, tudo está fora de foco, com a exceção de Oliver. O pano de fundo, as histórias paralelas e os personagens coadjuvantes são de pouca importância e parecem turvos para o leitor. O que ganha destaque são os sentimentos do protagonista e as ações de Oliver, enquanto o resto é apenas o resto. 

“Eu não sabia do que eu tinha medo, ou por que me preocupava tanto, ou por que aquela coisa que me causava tanto pânico às vezes parecia esperança e, como a esperança nos momentos mais sombrios, trazia tanta alegria, uma alegria irreal, uma alegria que trazia consigo uma armadilha. Eu tinha medo quando ele aparecia, medo quando não aparecia, medo quando ele olhava para mim, ainda mais medo quando não olhava.” (ACIMAN, p. 73, 2018)

Outro fator que me chamou atenção é que o livro não segue uma ordem cronológica exata, sendo que também há poucos acontecimentos. Isso por que o cerne da estória é a evolução do sentimento entre Elio e Oliver, bem como o amadurecimento do protagonista diante desta situação. Cabe salientar que além do romance homoafetivo e da diferença de idade, a estória se passa na década de oitenta, intensificando ainda mais os conflitos. 

Os personagens são bem desenvolvidos e multifacetados. Elio é um livro aberto para o leitor e vivenciamos tudo de forma intensa ao seu lado, entendendo não apenas suas ações e reações, mas principalmente suas contradições. Já Oliver, apesar de ser uma pessoa extrovertida, é cercado por uma aura de mistério, de modo que precisamos decifrá-lo ao longo da estória. 

O autor aborda diversos assuntos, tais como amizade, paixão, medo, obsessão, descoberta da sexualidade, e muitos outros. A temática LGBT está presente de forma bastante sútil, sendo que o autor não cai nos clichês do gênero — como preconceito ou aceitação —, tampouco levanta bandeiras em defesa da causa, o que poderia ofuscar a estória de amor dos personagens. 

Na reta final do livro, senti que o autor perdeu um pouco do controle da estória. O foco se volta para eventos que pouco importam para os personagens principais e que não auxilia a desenvolver a trama. Durante estas páginas, achei o livro bastante monótono e já tinha perdido as esperanças de que a estória retornasse para os trilhos. 

Para minha surpresa e alivio, Aciman recuperou o controle, voltando a atenção para o que realmente importava. O desfecho é extremamente verossímil e humano, encerrando a estória de forma bastante reflexiva, embora possa desagradar alguns leitores. 

Me Chame Pelo Seu Nome foi uma boa experiência de leitura, mas confesso que não atingiu todas as minhas expectativas. Por um lado, ficou claro que Aciman é um autor incrível e a qualidade literária da obra é inquestionável. Além disso, tenho certeza que irei refletir sobre a estória de Elio e Oliver por muitos dias, tentando absorver todos os detalhes. Ainda assim, creio que não desenvolvi uma conexão emocional mais profunda, que seria o elemento necessário para tornar a leitura inesquecível. 

Me Chame Pelo Seu Nome foi adaptado para o cinema, sendo indicado a quatro Oscars, incluindo a categoria de melhor filme.

Título: Me Chame Pelo Seu Nome
Autor: Andre Aciman
N.º de páginas: 287
Editora: Intrínseca
Exemplar cedido pela editora

Compre: Amazon
Gostou da resenha? Então compre o livro pelo link acima. Assim você ajuda o Além da Contracapa com uma pequena comissão.

segunda-feira, 5 de março de 2018

O que vem por aí - março

domingo, 4 de março de 2018

Top Comentarista Março


No Top Comentarista de março, o vencedor poderá escolher o livro que quer ganhar dentre as quatro opções: "Lembra Aquela Vez", "A Viúva", "A Caçada" e "Emma". 

Confira o regulamento:

1. Para participar, basta preencher o formulário abaixo, usando sua conta do Facebook ou seu e-mail. É obrigatório curtir a página do blog no Facebookcomentar em todas as postagens de março e ter um endereço de entrega no Brasil.

2. Para simplificar, optamos por utilizar o Rafflecopter. A primeira entrada confirma sua participação no Top Comentarista, enquanto as demais constituem chances extras, sendo opcionais. Atenção: depois de feito o sorteio será conferido se o sorteado comentou em todas as postagens do mês. Caso essa regra não seja cumprida, o mesmo será desclassificado, e um novo sorteio será realizado.

3. Para a entrada "Tweet about the Giveaway" ser válida, é obrigatório seguir o blog no twitter. 

4. Lembrando que somente serão válidos comentários significativos. Ou seja, comentários do gênero “interessante”, “legal” ou “ótima resenha” não serão computados. O participante poderá comentar apenas uma vez em cada post.

5. O sorteado poderá escolher o livro que deseja receber dentre as quatro opções disponíveis:
- Lembra Aquela Vez;
- A Viúva;
- A Caçada;
- Emma. 

6. O resultado do Top Comentarista será divulgado no blog até o dia 05 de abril.

7. O sorteado será contatado por email, tendo o prazo de 48h para fornecer seus dados e o blog se responsabiliza por confirmar o recebimento das informações. Decorrido o prazo sem manifestação do vencedor, novo sorteio será realizado.

8. O prêmio será enviado pelo blog no prazo de trinta dias úteis.

9. A Equipe do Além da Contracapa se reserva ao direito de dirimir questões não previstas neste regulamento.

a Rafflecopter giveaway
 

Além da Contracapa Copyright © 2011 -- Template created by O Pregador -- Powered by Blogger